“Sete vidas” tem ótimo argumento. Um cara (Will Smith) sente-se culpado da morte da mulher e mais seis pessoas num acidente de trânsito que provocou, por negligência ao volante. Resolve se suicidar e doar seus órgãos. O filme é sobre a procura de sete pessoas que devem ser justas, solidárias, legais. Genial. Só que a direção (não guardei o nome do diretor) é ruim e, portanto, o filme é malfeito, chato, meloso e arrastado. Esse filme é que nem o Brasil. Um enredo de primeira desperdiçado por maus diretores. Na mesma tarde, peguei na locadora “A troca”, mais um filmaço de Clint Eastwood. Eu não tinha visto no cinema. Por acaso, minha última ida ao cinema, há semanas, foi para ver “Gran Torino”, também do Clint. domingo, 24 de maio de 2009
CLINT EASTWOOD É QUEM DEVIA DIRIGIR O BRASIL
“Sete vidas” tem ótimo argumento. Um cara (Will Smith) sente-se culpado da morte da mulher e mais seis pessoas num acidente de trânsito que provocou, por negligência ao volante. Resolve se suicidar e doar seus órgãos. O filme é sobre a procura de sete pessoas que devem ser justas, solidárias, legais. Genial. Só que a direção (não guardei o nome do diretor) é ruim e, portanto, o filme é malfeito, chato, meloso e arrastado. Esse filme é que nem o Brasil. Um enredo de primeira desperdiçado por maus diretores. Na mesma tarde, peguei na locadora “A troca”, mais um filmaço de Clint Eastwood. Eu não tinha visto no cinema. Por acaso, minha última ida ao cinema, há semanas, foi para ver “Gran Torino”, também do Clint.
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2 comentários:
Grande Zé Sergio!
Realmente quem é vivo sempre aparece. Por algum milagre do destino minha mãe achou seu blog e me passou o endereço. Gostei bastante dos textos, como já era de se esperar.
Abraços,
Bart
Falou Bart! Valeu! Abraço em vc e na colega escriba!
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