
“A Merda” foi um jornal anarquista que chegou a ter leitores fiéis e boas tiragens em Portugal após a Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974. O diário elegeu imediatamente como inimigo o general Spínola, que pouco ou nada tinha feito para derrubar o governo neo-salazarista de Marcelo Caetano e assim mesmo assumiu a presidência.
Louco para livrar-se dos militares esquerdistas e governar sozinho, Spínola foi forçado a renunciar. Recorreu, então, a um expediente manjado: inventou que os inimigos planejavam matar seus aliados. Na noite de 10 de março de 1975, meteu o pé na porta de uma base militar e tentou dar um golpe, que não deu certo porque Lisboa foi ocupada no dia seguinte pelos paraquedistas do 1º Regimento de Artilharia Ligeira, cuja sigla era RAL 1.
Ao peçonhento não restou outra saída: tirou o time naquele 11 de março.
Mas o melhor ainda estava por vir: no dia 12, “A Merda” estampou na primeira página uma das melhores manchetes de jornais em todos os tempos:
RAL 1 x SPÍNOLA 0!
Louco para livrar-se dos militares esquerdistas e governar sozinho, Spínola foi forçado a renunciar. Recorreu, então, a um expediente manjado: inventou que os inimigos planejavam matar seus aliados. Na noite de 10 de março de 1975, meteu o pé na porta de uma base militar e tentou dar um golpe, que não deu certo porque Lisboa foi ocupada no dia seguinte pelos paraquedistas do 1º Regimento de Artilharia Ligeira, cuja sigla era RAL 1.
Ao peçonhento não restou outra saída: tirou o time naquele 11 de março.
Mas o melhor ainda estava por vir: no dia 12, “A Merda” estampou na primeira página uma das melhores manchetes de jornais em todos os tempos:
RAL 1 x SPÍNOLA 0!



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