Há uns quatro ou cinco anos fui na casa dele, na ensolarada freguesia de Maricá, com alguns amigos - dois deles, Floriano e Salvador, viviam lá. A festa era para levantar uma grana pro gênio, que estava meio caidinho, de dinheiro e saúde. Mas foi pegar no instrumento para remoçar uns quarenta anos. Soprou com força Na Glória, Pororó, Voltei ao meu lugar, das que me lembro. Na vitrolinha, outro clássico das gafieiras, Paraquedista, de José Leocádio, que também faz parte do repertório mais conhecido.Aos 93 anos, Raul de Barros foi ensinar trombone aos anjos.



6 comentários:
Fará falta, Zé. O caboclo tocava muito.
Muito e mais um pouco, Felipinho. Abração!
Ah! Eu não sabia. Estava lá em Maricá também nesse dia. Depois o ouvi tocar no CARIOCA DA GEMA com Silverio e Zé da Velha, os 2 estavam fazendo uma temprada por lá e convidaram o velho Raul, por saberem que estava precisando. Foram lindas as apresentações, tocava lindamente! Adorei vê-lo naquele palco e depois conversar com dele na mesa. É...dever ter sido uns anjinhos meio surdinhos que queriam ouví-lo de perto.
Cristina
eu fui até lá também, mas tenho a impressão que foi há uns sete anos. Vou olhar nas fotos lá em casa.
Deve ter esse tempo mesmo. Uns seis, sete anos. Salvador já foi pra Curitiba há anos.
Rapaz, que tristeza. Uma das minhas músicas favoritas é com o Raulll... pior é que não consigo lembrar do nome!
Zé, me ensina a responder dentro do comentário! Eu não sei!
marinilda
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