Quem acompanha este blog sabe que o QUEM É VIVO SEMPRE APARECE é aberto a comentários, inclusive anônimos, desde que o autor da mensagem não perca a mão, não exagere na dose.
Criado por uma pacata senhora que veio do Minho e chegou ao Rio de Janeiro, mais precisamente ao bairro da Abolição, ali perto da subida do Morro do Urubu, devidamente municiada com um estoque de palavrões maravilhosos, não me incomodo com o linguajar chulo. Aprendi quando criança e tudo o que a gente aprende cedo, em geral gosta.
Os palavrões, em geral, são lindos. Sou fã deles e domino razoavelmente o idioma. Guardo comigo até uma edição do dicionário do Mário Souto Maior, que teria o dobro de tamanho se o Souto tivesse conhecido minha vó.
Palavrões, em geral, são bem recebidos aqui, quando bem aplicados e destituídos de intenção ofensiva. No entanto, se tem uma coisa que detesto é gente que me manda “tomar no cú” com acento agudo. Bocas sujas, aprendam: cu não tem acento, tem assento, porra! Além de terminar em u, é oxítona! Seja desbocado, mas não seja burro, caceta!
Digo isso para explicar que hoje, excepcionalmente, tendo em vista que passarei o dia longe de computadores, vou deixar a área de comentários sujeita a moderação. Ou seja, quem quiser escrever aqui pro blog, por qualquer motivo, inclusive para me xingar, não verá o comentário publicado imediatamente.
E faço isso porque, logo cedo, dei de cara com dois comentários desse teor. Me mandaram para lugares absurdos e até sugeriram, numa dessas mensagens, que o blogueiro fornicasse com um homem-bomba.
Tá me estranhando, meu chapa? Tá me estranhando, minha senhora? Mulher-bomba ainda vá lá, desde que o segundo termo da palavra composta não se refira aos atributos de beleza da dita cuja.
Falando em burrice, os autores dos dois comentários assim se manifestaram porque não entenderam (ou não quiseram entender) que este blog é a favor do Estado de Israel, e justamente por isso é contra seus atuais dignitários, radicais de direita, asnos de antolhos que fazem o jogo dos antissemitas (e não dos anti-semitas, como disse o autor de outra mensagem anônima, ainda por fora da mudança ortográfica) que querem o fim desse país que nasceu do idealismo de Ben Gurion e hoje em dia é ameaçado pelas besteiras do Netanyahu.
Era o que eu tinha a dizer. Bom dia para todos, menos para vocês que adoram botar acento agudo em cu!
No vídeo, o inimitável Jorge Veiga canta “Orora analfabeta”, de Gordurinha e Nascimento Gomes.
Criado por uma pacata senhora que veio do Minho e chegou ao Rio de Janeiro, mais precisamente ao bairro da Abolição, ali perto da subida do Morro do Urubu, devidamente municiada com um estoque de palavrões maravilhosos, não me incomodo com o linguajar chulo. Aprendi quando criança e tudo o que a gente aprende cedo, em geral gosta.
Os palavrões, em geral, são lindos. Sou fã deles e domino razoavelmente o idioma. Guardo comigo até uma edição do dicionário do Mário Souto Maior, que teria o dobro de tamanho se o Souto tivesse conhecido minha vó.
Palavrões, em geral, são bem recebidos aqui, quando bem aplicados e destituídos de intenção ofensiva. No entanto, se tem uma coisa que detesto é gente que me manda “tomar no cú” com acento agudo. Bocas sujas, aprendam: cu não tem acento, tem assento, porra! Além de terminar em u, é oxítona! Seja desbocado, mas não seja burro, caceta!
Digo isso para explicar que hoje, excepcionalmente, tendo em vista que passarei o dia longe de computadores, vou deixar a área de comentários sujeita a moderação. Ou seja, quem quiser escrever aqui pro blog, por qualquer motivo, inclusive para me xingar, não verá o comentário publicado imediatamente.
E faço isso porque, logo cedo, dei de cara com dois comentários desse teor. Me mandaram para lugares absurdos e até sugeriram, numa dessas mensagens, que o blogueiro fornicasse com um homem-bomba.
Tá me estranhando, meu chapa? Tá me estranhando, minha senhora? Mulher-bomba ainda vá lá, desde que o segundo termo da palavra composta não se refira aos atributos de beleza da dita cuja.
Falando em burrice, os autores dos dois comentários assim se manifestaram porque não entenderam (ou não quiseram entender) que este blog é a favor do Estado de Israel, e justamente por isso é contra seus atuais dignitários, radicais de direita, asnos de antolhos que fazem o jogo dos antissemitas (e não dos anti-semitas, como disse o autor de outra mensagem anônima, ainda por fora da mudança ortográfica) que querem o fim desse país que nasceu do idealismo de Ben Gurion e hoje em dia é ameaçado pelas besteiras do Netanyahu.
Era o que eu tinha a dizer. Bom dia para todos, menos para vocês que adoram botar acento agudo em cu!
No vídeo, o inimitável Jorge Veiga canta “Orora analfabeta”, de Gordurinha e Nascimento Gomes.



2 comentários:
Zé, não fica irritado não. Tem neguinho botando acento até em urubu...
QUE SAUDADE DE VOCÊS DOIS!!! (marinilda)
E que timinho esse do Dunga, hein?
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