A corrupção não é invenção brasileira, mas às vezes até parece ser. No Rio de Janeiro, historicamente mal servido de políticos desde, pelo menos, a mudança da capital para Brasília, em 1960, a velhacaria infesta, impera e prospera. A corrupção pode ser nacional, sistêmica, endêmica, pluripartidária e hereditária. Mas estamos falando do Rio e aqui, como diz a deputada estadual Cidinha Campos, ela vem até no DNA. É por isso que o Rio perde tanto, apanha tanto, no Parlamento Nacional, onde oportunistas como Geddel Lima conseguem emplacar 61% das verbas federais para, supostamente, ajudar o povo da Bahia a enfrentar os desastres naturais, enquanto as bancadas cariocas na Câmara e no Senado nada fazem e, por isso, apenas 1% desses recursos são destinados ao estado. Ou como o gaúcho Ibsen Pinheiro, que hoje tenta inviabilizar a própria existência do Rio com sua emenda sobre o petróleo. Felizmente existem ainda poucos, como Cidinha. Notem como sua voz, sua emoção e sua indignação são recebidas inicialmente com chacotas e risinhos abafados, e logo depois tudo isso vira um silêncio enorme. Um erro qualquer tirou o vídeo e o texto do ar. O vídeo voltou, o texto é quase o mesmo.
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2 comentários:
Sensacional Cidinha!
Não tenha dúvida de que votarei nela !!! Porra, se tivessemos 1/2 dúzia de Cidinhas !!
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